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26 jan. 2018
Projeto

Em parceria com o LAMIR, FUNPAR irá gerenciar o Projeto Diageneses

Na manhã desta sexta-feira, 26, foi realizada reunião entre membros do Laboratório de Análise de Minerais e Rochas, LAMIR, do Departamento de Geologia da UFPR, representantes da empresa Shell Brasil e da Fundação de Apoio à Universidade, FUNPAR, que será a responsável pela questão burocrática da parceria, para dar início ao Projeto Diageneses.

O encontro teve como objetivo apresentar o trabalho realizado pelo Lamir por meio das pesquisas em rochas e mineração, bem como expandir a infraestrutura do laboratório.

No período da tarde são realizadas duas reuniões, uma para tratar das questões administrativas da parceria, contando com a participação dos gestores, e outra técnica, com os pesquisadores.

Sobre o LAMIR

Laboratório de Análise de Minerais e Rochas do Departamento de Geologia da UFPR é um laboratório de alta tecnologia preparado para promover o ensino, a pesquisa e a extensão. Para isso está organizado de forma a proporcionar e fomentar a interação do LAMIR/UFPR com o sistema produtivo e as diferentes instituições de ensino e pesquisa.

O LAMIR está equipado com diferentes técnicas analíticas desde a sua idealização (2007), por meio de diferentes projetos de pesquisa. Inicialmente com o apoio do Programa PADCT (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico), nos últimos 10 anos e a PETROBRAS/ANP e inúmeras outras empresas foram responsáveis pelos investimentos muitos superiores aos iniciais. Hoje o LAMIR encontra-se capacitado (organização, equipamento e pessoal), a executar diferentes tipos de análises químicas, mineralógicas, físicas e isotópicas.

A nossa experiência destes anos mostrou que a implementação e a manutenção de um laboratório moderno que possibilite o desenvolvimento de pesquisa na área de minerais, rochas, resíduos e novos materiais, só se concretiza a partir da parceria com a iniciativa privada. Essa parceria, em função do “status quo” da área empresarial, não há condições de ser realizada a não ser por meio de uma política “ganho-ganho”, na qual uma empresa tem que ser definida como “parceira”, que procura resultados em função da qualidade e do potencial científico da equipe técnica.